Onda de calor de silício: A iminente mudança nos climas de data centers
As densidades de energia do projeto do data center permaneceram praticamente estáticas por quase duas décadas, reduzindo a necessidade de substituição de equipamentos antigos de energia e resfriamento por motivos de desempenho, e isso ajudou a estender a vida útil de muitas instalações legadas.
No entanto, esse padrão bem estabelecido mudou. Uma atualização tecnológica no início dos anos 2020 trouxe um aumento acentuado na energia para a nova geração de servidores de alto desempenho e eficientes que são a base de muitas infraestruturas de TI.
Neste relatório, exploramos os fatores que impulsionaram essa mudança e quais são as implicações e opções para os designers e operadores de data centers.
Principais achados:
- Após um longo período de estabilidade relativa, o consumo típico de energia do servidor aumentou acentuadamente desde meados da década de 2010, e espera-se que continue aumentando.
- A força por trás dessa tendência é um aumento na potência de silício, principalmente processadores de servidores, que provavelmente continuarão.
- A alta potência térmica e os limites de temperatura mais baixos dos processadores de servidores de última geração desafiarão a praticidade do resfriamento a ar e frustrarão os inversores de eficiência e sustentabilidade.
- Os operadores de data centers enfrentam algumas decisões complexas sobre como preparar suas instalações (se for o caso) para a próxima geração de servidores de maior potência.
Autores do relatório:
- Daniel Bizo, diretor de pesquisa, Uptime Institute Intelligence
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